Sindicato dos Funcionários do BB Japão

Notícias do Sindicato do Banco do Brasil no Japão

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Quinta sessão Conselho Trabalhista

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O Conselho perguntou sobre o andamento das negociações. A proxima sessao foi marcada doa 19 de julho 10:00 hrs.

O processo já está próximo aos depoimentos das testemunhas.

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2012/05/29 at 21:49

Reação contra postura antissindical do BB

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Trabalhadores fizeram um ato em frente ao Complexo São João, onde bancários sofreram retaliação por participarem de Dia Nacional de Luta

São Paulo – A insistência da direção do Banco do Brasil em manter retaliação contra funcionários do Complexo São João que participaram do Dia Nacional de Luta de 28 de março levou o Sindicato a organizar protesto na concentração na manhã de quinta 3.

Fotos: galeria de imagens da manifestação

Os gestores do CSO 1900 (Centro de Suporte Operacional) anotaram a participação no GDC – sistema de avaliação do banco – dos trabalhadores. O dia de luta foi realizado em quatro concentrações e somente na São João é que houve retaliação. O Sindicato exige que o registro seja anulado.

> BB mantém anotação na GDC por manifestação
> Funcionários do Banco do Brasil cobram CSO 1900
Dia Nacional de Luta intensifica mobilização

A manifestação desta quinta 3 foi realizada na porta das três entradas do Complexo São João, onde a postura antissindical do banco foi denunciada não apenas para funcionários mas também para clientes. Em todas elas, os bancários que entravam demonstraram apoio e indignação com a postura do BB.

> Leia O Espelho e a Carta ao Cliente distribuídos

“O banco tenta rotular os manifestantes como irresponsáveis afirmando que eles não respeitaram o ponto eletrônico nem a instrução normativa, o que é uma mentira, pois foi uma manifestação amplamente divulga pelos meios de comunicação do Sindicato e em boletim de convocação entregue a todos os funcionários da concentração”, afirma Paulo Rangel, diretor do Sindicato e funcionário do BB.

Nem diante de um ato contra práticas antissindicais o banco mudou de postura. Logo no início da manifestação, um representante do BB tentou retirar os cartazes levados pelo Sindicato.

Promoções – Além de criticar a anotação e cobrar sua retirada, o protesto serviu também para exigir transparência da direção da empresa nos processos de promoção. Rangel explica que o TAO – sistema de pontuação – não é respeitado fazendo com que as nomeações sejam feitas sem critérios de impessoalidade e objetividade, servindo para formar grupos de influência.

Bom para Quem? – Aos clientes foi esclarecida também a necessidade de o Banco do Brasil colocar mais funcionários à disposição, especialmente depois dos anúncios de cortes de juros feitos em abril. “A redução das taxas é boa para o desenvolvimento do país, para os consumidores, para o banco e tem de ser boa também para os funcionários, que não podem ficar ainda mais sobrecarregados com o aumento da demanda.

Segundo o balanço do primeiro trimestre do banco aponta que o programa de corte Bom pra Todos encerrou abril, mês em que foi lançado, com cerca de 124 mil adesões a pacote de serviços.

Os desembolsos diários aumentaram em mais de 50% passando de R$ 190,5 milhões para R$ 288,5 milhões somente para pessoas físicas. O crédito – também para famílias – somou R$ 133 bilhões, alta de 14,2% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado. Esse volume corresponde a 28,1% da carteira total da instituição. As operações do crédito consignado atingiram R$ 52,6 bilhões, com um crescimento de 14,3%. Já os financiamentos para as empresas aumentaram 17,8%, totalizando R$ 211,4 bilhões.

André Rossi – 3/5/2012

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2012/05/14 at 21:02

Bancários protestam em Brasília contra assédio moral no Banco do Brasil

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07/05/2012

Crédito: Seeb Brasília

Seeb BrasíliaManifestação dos funcionários do BB no CSO do SIA, em Brasília

Assédio moral, ranqueamento informal de metas, medição de produtividade a cada hora, desvio de função, proibição de uso de celulares e controle de idas ao sanitário. Essas são algumas situações que fazem partem do cotidiano dos bancários do Banco do Brasil. Para combatê-las e cobrar uma solução imediata do BB, o Sindicato dos Bancários de Brasília organizou grande ato no Centro de Suporte Operacional (CSO) do SIA na quinta-feira (3).

Bancários usaram uma jaula para retratar o ambiente de trabalho. O diretor da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (Fetec-CN) Wescly Queiroz ficou dentro da cela durante o ato no SIA em protesto contra as práticas de assédio moral e ameaças de descomissionamento.

“Os funcionários se sentem dentro de uma prisão porque são monitorados e ameaçados diariamente. Chega ao ponto de bancários serem impedidos de atender o celular. Muitos também são obrigados a almoçar todos juntos”, denuncia.

Os gestores do CSO SIA pressionam os bancários com ameaças descabidas de descomissionamento e até mesmo de demissão. Em abril, utilizando essas táticas, os gestores coagiram funcionários do CSO a trabalhar na chave de outros bancários na Plataforma de Suporte Operacional (PSO) como caixa.

O diretor do Sindicato, Wadson Boaventura, alertou que os bancários não devem exercer nenhuma função que não esteja de acordo com o cargo ocupado, bem como atividades que infrinjam o normativo do banco. “Esse ato chama atenção dos bancários e gestores para mudar essa prática que existe no BB. Os trabalhadores devem ter a clareza que as práticas desses gestores são condenáveis e, por isso, devem levar as denúncias ao conhecimento dos departamentos competentes e do Sindicato”, afirmou.

Além dos locais que receberam as manifestações, também há denúncias de práticas de assédio moral no CSO Risco União, localizado na 201 Norte.

Coger

Em repúdio à postura do gestor da Coger, que retalia aposentados do INSS, funcionários com ações de 7ª e 8ª horas e bancários que fazem greve, os bancários realizaram protesto na quarta-feira (2) em frente ao edifício Sede III do BB.

Durante o protesto, o Sindicato também condenou a prática da Coger de transferir trabalhadores que são classificados “sem o perfil necessário para a contabilidade”.

Segundo o secretário de Comunicação e Divulgação do Sindicato, Jeferson Meira, bons profissionais estão deixando o BB por causa dessas práticas abusivas dos gestores. “É inaceitável que esses trabalhadores passem por esse tipo de situação abusiva. A situação tem causado estresse entre os funcionários do setor”, destaca.

Denúncias

O Sindicato encaminhará as denúncias de violação dos direitos trabalhistas ao Ministério Público do Trabalho (MPT). “Os bancários podem levar informações, denúncias e provas para ajudar a compor o processo. A identidade dos denunciantes será mantida em sigilo”, ressalta o diretor do Sindicato, Eduardo Araújo.

Os bancários também foram convidados a participar do Congresso Distrital dos Funcionários do BB, que será realizado no sábado 26 de maio. A jornada legal de 6 horas e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) estão entre os assuntos que serão discutidos.

Fonte: Seeb Brasília

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2012/05/14 at 21:01

Nona sessão Corte de Tóquio, caso dos descomissionamentos

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Como na sessão de demissão, foi decidido por rolar normalmente o processo, a próxima sessão foi marcada para o dia 27 de junho, as 15:15 hrs.

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2012/04/24 at 22:40

Oitava sessão caso de demissão

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A sessão foi marcada pela continuação do processo, tendo em vista que as negociações não estão sendo frutíferas. A próxima sessão foi marcada para 27 de junho, as 16:00 hrs.

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2012/04/20 at 22:35

Superintendência do BB com foco de assédio é alvo de protesto em São Paulo

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As denúncias de perseguição a trabalhadores que fizeram greve e a constante cobrança de metas por meio de várias mensagens motivaram protesto do Sindicato dos Bancários de São Paulo na superintendência da região leste do Banco do Brasil em São Paulo, na rua Conselheiro Carrão. A manifestação ocorreu nesta segunda-feira (9).

Além do número excessivo de mensagens enviadas aos empregados, exigindo respostas às vendas, os empregados que participaram das mobilizações durante a campanha do ano passado têm os pedidos de comissionamento negados.

Durante a manifestação, os dirigentes sindicais conversaram com a população e entregaram a cartilha Venda Responsável de Produtos e Serviços Financeiros, elaborado pelo Sindicato e Idec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor), além de distribuir carta aberta sobre a ilegalidade do assédio moral.

Clique aqui para ler a cartilha sobre Venda Responsável de Produtos e Serviços Financeiros.

O dirigente sindical Williame Vieira destaca que a prática de assédio moral é uma política de gestão institucionalizada dentro do Banco do Brasil. “Realizamos esse protesto para denunciar essa prática que está enraizada dentro da instituição”, disse.

A também diretora do Sindicato Tânia Balbino cobra resposta da instituição “O banco tem de responder sobre atitudes discriminatórias e antissindicais como o de não comissionar quem aderiu a greves”, afirmou.

Fonte: Contraf-CUT

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2012/04/15 at 23:18

Quarta sessão Conselho Trabalhista

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Hoje ocorreu mais um sessao no Conselho Trabalhista de Toquio. A quinta sessao ficou marcada para o dia 29 de maio, as 10:00 hrs.

Written by funcionariosbbjapan

2012/03/26 at 21:12

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